Por: Quezia J. Fernandes e Sarah E.G. de Araujo

A dica desse mês vai para duas trilogias gregas e uma peça teatral. A primeira trilogia é sobre um dos mitos gregos mais conhecido e discutido de todos os tempos. A outra trilogia trata-se da reunião de três tragédias gregas clássicas. Por fim, temos em cartaz a peça “Safo”, encenada pela companhia teatral Satyros.

A Trilogfia Tebana

Fonte: Livraria Cultura

No livro “A Trilogia Tebana”, encontramos reunidas três grandes histórias contadas pelo dramaturgo Sófocles: Édipo Rei, Édipo Em Colono e Antígona.

Édipo Rei é história de um rei que tenta (sem resultado) fugir de seu estranho e fatídico destino previsto por um vidente cego Chamado Tirésias.

Édipo em Colono é (de acordo com os estudiosos do assunto) a última tragédia escrita por Sófocles, que narra a velhice complicada e os infortúnios de Édipo diante da ambição que vem destruindo o poder e o domínio de sua família em Tebas, cidade que o baniu e agora o requer como herói.
 Antígona, por sua vez, conta a história e drama da única filha de Édipo que não o abandonou.

Três Tragédias Gregas

Fonte: Livraria Cultura

A outra dica de leitura, “Três tragédias gregas”, conta as histórias de Antígone, filha que Édipo teve, sob circunstâncias alarmantes, Ajax tido como um dos mais fortes e habilidosos guerreiros gregos depois de Aquiles e Prometeu Prisioneiro, que mostra o castigo que Prometeu recebeu por ter roubado o fogo dos deuses, em favor dos seres humanos. A obra sobre Prometeu é a mais conhecida, no entanto, a sua autoria é atribuída a Ésquilo, já que Antígone e Ajax são ambas obras de Sófocles.

 
 
 
Patricia Vilela

Fonte: Laercio Késsimos

 
No espetáculo “Safo”, de Ivam Cabral, interpretada por Patricia Vilela, e dirigida por Silvanah Santos, apresenta-se, Safo é uma mulher moderna (bailarina), que vive em São Paulo, num apartamento na Avenida São Luiz. Perto dali, conhece Átis, que se tornará o seu grande amor. O espetáculo que foi livremente inspirado no poema “Safo ou o Suicídio”, de Marguerite Yourcenar e também na obra de Virginia Wolf, estreou no dia 16 de setembro, e ficará em cartaz até 26 de novembro de 2009. 
A peça mistura elementos contemporâneos e de época com recursos sonoros e visuais, resultando num híbrido de linguagens que se justifica na medida em que Safo era, para o seu tempo, uma artista-pedagoga de múltiplas linguagens. Em sua escola, as jovens aprendiam dança, poesia, música, etc. A trilha sonora é trabalhada com elementos pop em um desfile de vozes e expressões femininas.